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Há decisões que dizem muito sobre o lugar que um país pretende ocupar no mundo. Hoje sancionamos a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.
Durante séculos, o Brasil exportou matéria-prima barata e importou de volta produtos processados por um valor muito maior. A nova política ajuda a mudar essa lógica: avançar no beneficiamento, na industrialização e na inovação tecnológica, agregando valor no país e gerando empregos qualificados, renda e oportunidades.
Estamos abertos a investimentos e parcerias com todos os países. Mas não abrimos mão de decidir os termos desses investimentos. Nossa soberania é inegociável.
Não aceitaremos que minerais críticos e terras raras saiam do país em estado bruto, a preço de banana, repetindo erros do passado. São traidores da pátria aqueles que se ajoelham diante de interesses estrangeiros para entregar o que pertence ao povo brasileiro.
Essa política também olha para o futuro da nossa juventude. A economia digital, os minerais críticos e a transição energética vão exigir novas formações e profissionais cada vez mais qualificados. Nossas universidades e Institutos Federais terão de se preparar para esse novo mundo, criando cursos e formando jovens para as oportunidades que estão surgindo.
Temos tamanho, riqueza, universidades, base intelectual e gente capaz de transformar nossos recursos em conhecimento, tecnologia e empregos melhores.
O Brasil respeita todos os países. Mas o nosso futuro será construído por nós.
📸 @ricardostuckert
Notes
Há decisões que dizem muito sobre o lugar que um país pretende ocupar no mundo. Hoje sancionamos a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. Durante séculos, o Brasil exportou matéria-prima barata e importou de volta produtos processados por um valor muito maior. A nova política ajuda a mudar essa lógica: avançar no beneficiamento, na industrialização e na inovação tecnológica, agregando valor no país e gerando empregos qualificados, renda e oportunidades. Estamos abertos a investimentos e parcerias com todos os países. Mas não abrimos mão de decidir os termos desses investimentos. Nossa soberania é inegociável. Não aceitaremos que minerais críticos e terras raras saiam do país em estado bruto, a preço de banana, repetindo erros do passado. São traidores da pátria aqueles que se ajoelham diante de interesses estrangeiros para entregar o que pertence ao povo brasileiro. Essa política também olha para o futuro da nossa juventude. A economia digital, os minerais críticos e a transição energética vão exigir novas formações e profissionais cada vez mais qualificados. Nossas universidades e Institutos Federais terão de se preparar para esse novo mundo, criando cursos e formando jovens para as oportunidades que estão surgindo. Temos tamanho, riqueza, universidades, base intelectual e gente capaz de transformar nossos recursos em conhecimento, tecnologia e empregos melhores. O Brasil respeita todos os países. Mas o nosso futuro será construído por nós. 📸 @ricardostuckert